sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

mulan

Naquela Manhã, Mulan, uma jovem chinesa.
precisava ir ao encontro da casamenteira do povoado.Estava na hora de escolher um marido.
Antes de sair, Mulan correu para servir o chá a seu pai.
- É bom se apressar! - disse ele.
- Você está atrasada - repreendeu a avó.- Vá se vestir e se pentear, rápido! Finalmente Mulan ficou pronta.- Leve esse grilo - disse a avó.- Ele vai lhe trazer sorte.Que catástrofe! Diante da casamenteira, Mulan só fez bobagens.Irritada, a casamenteira mandou Mulan voltar para casa.A jovem ficou muito triste!- Não faz mal - consolou-a o pai.
- Você ainda não estava pronta para o casamento!
Estourou a guerra! Seu pai foi convocado para servir, mas Mulan tinha medo, pois seu pai já estava velho. Resolveu então ir no seu lugar.
Mulan se disfarçou de rapaz e partiu
a todo o galope para juntar-se ao exército.
- Capitão! - exclamou Mulan quando chegou ao acampamento militar.
- Quero me tornar um soldado!

Mas não é fácil aprender a lutar quando se é desajeitada!
Porém Mulan fez progressos e se tornou mais hábil que qualquer outro soldado.
Com a ajuda de seu companheiro,Mushu e graças a sua audácia e coragem os chineses ganharam a guerra. Mais tarde no palácio, o Imperador felicitou Mulan, e todos os súditos se inclinaram diante dela.- Minha filha, estamos muito orgulhosos de você! - declarou o pai, abraçando-a.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

A HISTORIA DA BARBIE


Por certo que todas nós já brincamos com uma Barbie. Hoje vamos contar um pouco da história desta boneca.
Ruth Handler, sua criadora, foi uma adolescente sonhadora que conheceu o amor de sua vida, Elliot em um baile do colégio e depois de vários anos de noivado se casaram. Em 1945 Elliot, junto com seu amigo Harold Matson fundaram a empresa Mattel. No início era simplesmente uma idéia que nasceu na garagem de uma casa.
Um dia Ruth estava olhando sua filha brincando com bonecas de papel e se deu conta de que a maioria das meninas sonhava em ficar adulta logo. Foi assim que surgiu a idéia de criar uma boneca que representasse a garota ideal que todas desejavam ser. Dessa orma, a mulherzinha loira acabou virando: médica, veterinária, executiva, astronauta, surfista e até roqueira. O primeiro modelo foi colocado para venda em 1959como nome de Barbie em homenagem a filha dos dois, Bárbara, sua fonte de inspiração.
Ruth Handler morreu em 29 de abril de 2002 aos 85 anos, em Los Angeles, Califórnia, deixando sua maior herança: uma criação que ficará para sempre, um clássico que nos traz alegrias sem limites de idade e nos lembra de como é belo ser mulher.






                                        A HISTORIA DA CINDERELA


Era uma vez no tempo dos reis e rainhas, uma linda menina que se chamava Cinderela.
Ela morava com uma madrasta, muito má!
A madrasta de Cinderela tinha duas filhas.
Essas irmãs de Cinderela eram duas moças muito egoístas e que não gostavam de trabalhar.
Em casa, era Cinderela que tinha de fazer tudo.
Um dia Cinderela ajudou as irmãs a se vestirem para um grande baile.
Mas sua madrasta havia impedido Cinderela de ir ao baile, pois tinha afazeres domésticos para terminar. Delegou tanta coisa à Cinderela que ela jamais terminaria em tempo de ir ao baile.

Pobre Cinderela!


Seus amiguinhos, inconformados com a situação, se puseram a trabalhar, para confeccionar um lindo vestido para que Cinderela, pudesse ir ao baile também!

Sim, o vestido estava pronto e Cinderela podia ir ao baile, como suas irmãs.

Ela estava linda!

Mas, Cinderela não conseguiu terminar o seu serviço, portanto não iria ao baile, tão esperado!

De repente, do azul aparece sua madrinha para ajudá-la.

A madrinha de Cinderela agitou a varinha de condão.
Olhou para Cinderela, escolheu o vestido mais bonito e com sua varinha mágica, transformou-a numa princesa!
Uma abóbora que havia na cozinha logo se transformou numa bela carruagem.
Seus amiguinhos, a fada madrinha os transformou em cocheiro e mordomo.
Todos queriam colaborar e levar Cinderela ao baile.
A roupa velha de Cinderela virou um vestido de cetim.
- Vá e se divirta - disse a velhinha
- Mas trate de voltar para casa antes de bater meia-noite.
E Cinderela chega ao baile.
Logo o príncipe se encanta e a tira para dançar.
No palácio, a beleza e a simpatia de Cinderela conquistaram a todos. O príncipe dançou com ela muitas vezes.
O tempo passou depressa e, para surpresa dela, o relógio do palácio começou a bater meia-noite. Cinderela logo se lembrou do aviso da madrinha.
Assustada, Cinderela fugiu correndo, mas deixou cair um pequenino sapato de vidro.
O príncipe pegou o sapato e decidiu que havia de casar com a sua dona que havia conquistado o seu coração.
Uma carta do reino chega à casa de cinderela anunciando a chegada do príncipe.
O príncipe procurou por todo o reino.
Finalmente chegou à casa onde morava Cinderela.
As irmãs experimentaram calçar o sapato, mas seus pés eram grandes demais.
Até que chegou a vez de Cinderela, depois de muito custo pois a madrasta havia trancado a pobre moça!
Mas com a ajuda de seus amiguinhos,
ela consegue chegar a tempo de poder provar o sapatinho.
O sapato deu certinho no pé de Cinderela. Vibrando de alegria, o príncipe pediu Cinderela em casamento.
O rei estava feliz porque seu filho havia encontrado uma linda moça que se tornaria a mais linda princesa de seu reino.
Portanto, viveram felizes para sempre. 

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012


Branca de Neve e os sete anões






Há muito tempo, num reino distante, viviam
um rei, uma rainha e sua filhinha, a princesa Branca de Neve. Sua
pele era branca como a neve, os lábios vermelhos como o sangue e
os cabelos pretos como o ébano.
Um dia, a rainha ficou muito doente e morreu. O rei,
sentindo-se muito sozinho, casou-se novamente.
O que ninguém sabia é que a nova rainha era uma feiticeira
cruel, invejosa e muito vaidosa. Ela possuía um espelho mágico,
para o qual perguntava todos os dias:
— Espelho, espelho meu! Há no mundo alguém mais bela
do que eu?
— És a mais bela de todas as mulheres, minha rainha!
— respondia ele.
Branca de Neve crescia e ficava cada vez mais bonita,
encantadora e meiga. Todos gostavam muito dela, exceto a rainha,
pois tinha medo que Branca de Neve se tornasse mais bonita que
ela.
Depois que o rei morreu, a rainha obrigava a princesa a
vestir-se com trapos e a trabalhar na limpeza e na arrumação de
todo o castelo. Branca de Neve passava os dias lavando, passando e
esfregando, mas não reclamava. Era meiga, educada e amada por
todos.
Um dia, como de costume, a rainha perguntou ao espelho:
— Espelho, espelho meu! Há no mundo alguém mais bela
do que eu?
— Sim, minha rainha! Branca de Neve é agora a mais
bela!
A rainha ficou furiosa, pois queria ser a mais bela para
sempre. Imediatamente mandou chamar seu melhor caçador e ordenou
que ele matasse a princesa e trouxesse seu coração numa caixa.
No dia seguinte, ele convidou a menina para um passeio na
floresta, mas não a matou.
— Princesa, — disse ele — a rainha ordenou
que eu a mate, mas não posso fazer isso. Eu a vi crescer e sempre
fui leal a seu pai.
— A rainha?! Mas, por quê? — perguntou a
princesa.
— Infelizmente não sei, mas não vou obedecer a rainha
dessa vez. Fuja, princesa, e por favor não volte ao castelo,
porque ela é capaz de matá-la!
Branca de Neve correu pela floresta muito assustada,
chorando, sem ter para onde ir.
O caçador matou uma gazela, colocou seu coração numa caixa e
levou para a rainha, que ficou bastante satisfeita, pensando que a
enteada estava morta.
Anoiteceu. Branca de Neve vagou pela floresta até encontrar
uma cabana. Era pequena e muito graciosa. Parecia habitada por
crianças, pois tudo ali era pequeno.
A casa estava muito desarrumada e suja, mas Branca de Neve
lavou a louça, as roupas e varreu a casa. No andar de cima da
casinha encontrou sete caminhas, uma ao lado da outra. A moça
estava tão cansada que juntou as caminhas, deitou-se e dormiu.
Os donos da cabana eram sete anõezinhos que, ao voltarem
para casa, se assustaram ao ver tudo arrumado e limpo.
Os sete homenzinhos subiram a escada e ficaram muito
espantados ao encontrar uma linda jovem dormindo em suas camas.
Branca de Neve acordou e contou sua história para os anões,
que logo se afeiçoaram a ela e a convidaram para morar com eles.
O tempo passou... Um dia, a rainha resolveu consultar
novamente seu espelho e descobriu que a princesa continuava viva.
Ficou furiosa. Fez uma poção venenosa, que colocou dentro de uma
maçã, e transformou-se numa velhinha maltrapilha.
— Uma mordida nesta maçã fará Branca de Neve dormir
para sempre — disse a bruxa.
No dia seguinte, os anões saíram para trabalhar e Branca de
Neve ficou sozinha.
Pouco depois, a velha maltrapilha chegou perto da janela da
cozinha. A princesa ofereceu-lhe um copo d’água e
conversou com ela.
— Muito obrigada! — falou a velhinha —
coma uma maçã... eu faço questão!
No mesmo instante em que mordeu a maçã, a princesa caiu
desmaiada no chão. Os anões, alertados pelos animais da floresta,
chegaram na cabana enquanto a rainha fugia. Na fuga, ela acabou
caindo num abismo e morreu.
Os anõezinhos encontraram Branca de Neve caída, como se
estivesse dormindo. Então colocaram-na num lindo caixão de
cristal, em uma clareira e ficaram vigiando noite e dia,
esperando que um dia ela acordasse.
Um certo dia, chegou até a clareira um príncipe do reino
vizinho e logo que viu Branca de Neve se apaixonou por ela. Ele pediu aos anões que o deixassem levar o corpo da princesa para seu castelo, e prometeu que velaria por ela.
Os anões concordaram e, quando foram erguer o caixão, este caiu, fazendo com que o pedaço de maçã que estava alojado na garganta de Branca de Neve saísse por sua boca, desfazendo o feitiço e acordando a princesa. Quando a moça viu o príncipe, se apaixonou por ele. Branca de Neve despediu-se dos sete anões e partiu junto com o príncipe para um castelo distante onde se
casaram e foram felizes para sempre.